Atualizado em 05-julho-2009

"Como tudo seria diferente se vencessem em vida aqueles que venceram na morte." Marcus Túlio CÍCERO, filósofo e político romano

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Caixa postal de Pedro Porfírio

Caixa postal  do Palanque Livre

 

 

Quando o preço da governabilidade é a garantia da impunidade

O beijo da senadora Iledi Salvatti, líder do governo do sr. Luiz Inácio, simboliza a profunda intimidade entre o PT de Lula e Sarney, antigamente visto como Ladrão pelo príncipe operário

 

José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, codinome Sarney, ganhou uma bóia palaciana com a estrela vermelha. Pior. Quando afundar na lama do Planalto terá ilustres companhias, raposas e canastrões, metidos a besta e impostores ideológicos, porque pelo andar da carruagem os podres poderes estão em adiantado estado de decomposição.
Ou você acha que se sustenta por muito tempo um governante que precisa de um notório corrupto para garantir sua governabilidade?

Nada seria mais inevitável do que essa safra de políticos transgênicos, saídos da alquimia entre os híbridos representantes do semifeudalismo recalcitrante (como o The Economist de Londres definiu Sarney) e os caras de pau do “novo sindicalismo”, da “nova esquerda” e da “nova sacristia”. LEIA MAIS

Não se iluda: o Senado é um caso perdido  

Sarney e Lula se merecem

Ficar apenas na crítica do último escândalo equivale a querer enxugar gelo. Isso que o acaso está trazendo à tona é jornal de ontem e, com certeza, frequentará as manchetes dos jornais de amanhã.O Senado da República, uma redundância legislativa que sobrevive hoje no fausto dos podres poderes, como casa de saliências regiamente remuneradas dos velhos políticos, operou a dialética do apodrecimento. LEIA MAIS

O que fazer? Responda-me se for capaz!

Não é necessário engolir “o sapo barbudo” e seus miquinhos amestrados só para não deixar que o tucanato volte para fazer pior. Até porque, insisto, não há a mais tênue diferença na essência de ambos os governos.Mudaram os figurinos, mas os mesmos donos do mundo continuam donos dos nossos destinos, tratando primeiro de seus mesquinhos interesses e jogando sujo para permanecerem por cima da carne seca. LEIA MAIS

De como Lula e sua máquina “biafraram” o PDT e similares(I)
Estou convencido que o governo Lula está “biafrando” partidos que poderiam amealhar os desencantados com sua ostensiva opção pelo que há de pior na política e pela manutenção do modelo econômico desnaciolizante, junto com as ações assistencialistas compensatórias, ao gosto do capital financeiro e do sistema internacional.
Graças a uma engenhosa prática de cooptação, o governo “biafrou” com tranquilidade os partidos que tradicionalmente têm bases no chamado campo popular. Com isso, PC do B e PDT terão que decidir: ou saem do governo do PT, resgatando suas identidades e personalidades, ou se transformam em correntes associadas dentro do PT, o novo “partidão” desse espectro que chamam de esquerda brasileira. CLIQUE AQUI  E LEIA A PRIMEIRA DE UMA SÉRIE DE REFLEXÕES SOBRE A COOPTAÇÃO DOS  PARTIDOS NO CAMPO PROGRESSISTA.

De como Lula e sua máquina “biafraram” o PDT e similares(II)

Antes da adesão, um ato público contra a corrupção e o entreguismo do governo Lula

No último grande ato realizado pelo PDT, em parceria com outros partidos, ainda no final de julho de 2005, um exaltado Carlos Roberto Lupi, presidente do partido, disse perante a multidão que lotava o emblemático auditório da ABI:
— O PDT abraçou este ato em nome da democracia brasileira porque o PT foi para a direita e aderiu ao sistema financeiro internacional. Somos intransigentes contra a corrupção e contra o modelo econômico extorsivo que achata os salários dos trabalhadores.  As fotos do ato da esquerda na ABI contra o governo Lula são do site do PDT-RJ.CLIQUE AQUI

De como Lula e sua máquina “biafraram” o PDT e similares (III)

Como só queria ser governo, Lupi dormiu ministro da Previdência e acordou no Trabalho

"Era muito complicado colocar companheiro para fazer política na Previdência sabendo que para seu partido essa é uma coisa de fé."

No dia 13, o ministro Tarso Genro, que respondia pela articulação política, informou oficialmente que a intenção do presidente seria nomeá-lo para o Ministério da Previdência, mas era preciso demonstrar na prática o grau de fidelidade do partido dentro da base governamental. No dia 27, Lula chamou Lup para desconvidá-lo e oferecer como compensação o Ministério do Trabalho. O PT havia vetado seu nome:  os petistas alegaram que Lupi ia ter a mão o super-orçamento da Previdência. Em relação ao Ministério do Trabalho, o orçamento de investimento do MPAS é três vezes maior. Daí o PT, que já perdera outros ministérios robustos de grana, não podia abrir mão da Previdência. Além disso, os petistas consideravam Lupi sem nenhum preparo para um ministério cujo maior desafio é reduzir seu déficit. CLIQUE AQUI e leia  o relato de uma nomeação  eivada de lancesfisiológicos.

Ao Ao empossar cinco ministros no fim da dança das cadeiras, Lula confessou que ainda pretende fazer uma terceira reforma na Previdência. E Lupi atrapalharia.

Lembrando Brizola, porque estamos em junho e não podemos esquecê-lo jamais
Neste mês de junho, em que lembrarei, no dia 27, aquela madrugada fria de 1969, em que fui preso com direito a socos e pescoções no início de um calvário de um ano e meio em que conheci a tortura sob todas as formas, os sobreviventes do brizolismo vão comemorar o trigésimo aniversário da “Carta de Lisboa”, assinada em 17 de junho de 1979 por 120 brasileiros, num encontro liderado pelo caudilho, ainda na plenitude dos seus 57 anos, marcando a primeira tentativa de reorganização do trabalhismo no Brasil.No dia 21, o povo brasileiro estará lembrando o quinto aniversário da morte de Leonel Brizola, ocorrida de forma estranha no elevador do Hospital São Lucas, que estava em obras, onde foi internado naquele mesmo dia, meio contra a sua vontade. Na  foto ao lado, o dia que Brizola chrou.

Clique aqui e

Veja como ter contato direto com quem entende do pré-sal  e dos leilões do petróleo

Até Lula aproveitou a queda do Airbus

Voo 447: A glamorização da tragédia

Tão chocante como a queda do avião da Air France é a sua glamorização, como se estivéssemos diante de um “reality show”, com direito a todo tipo de exibicionismo, a uma multiforme carga televisiva e a pencas de páginas nos nossos jornais diários. Desde o acidente, o ministro Jobim (foto) não largou os holofotes, enquanto as buscas alimentam as expectativas. Clique nas fotos e veja vídeos sobre a tragédia.

Ele faz suas trapaças e acusa quem quiser investigá-las de "conspiração de direita"

OS HOMENS DO PRESIDENTE

O pior corrupto é o corrupto “de esquerda”

“A corrupção dos governantes quase sempre começa com a corrupção dos seus princípios”.

 Montesquieu, filósofo iluminista francês ( 1689-1755)
Esse corrupto de “esquerda” é um típico cara de pau, que se socorre de parceiros manjados, tipos Collor, Sarney, Romero Jucá e Renan Calheiros, como se a cocaína farta no país tivesse explodido nossa memória. Tão cara de pau que está entregando o pré-sal a trustes estrangeiros através dos leilões das jazidas, perdoou dívidas de empresas privatizadas, como as da norte-americana AES (da Eletropaulo) está trabalhando a privatização dos aeroportos, numa jogada da pesada, e fala mal da privataria passada, sem nada ter feito para desfazê-la, sabe Deus porque.

CLIQUE AQUI E LEIA NA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO.

"Lula está à direita de Fernando Henrique Cardoso ao não recompor as estruturas do Estado e não avançar na ampliação de direitos. O presidente tenta se legitimar promovendo consensos que passam pela cooptação dos mais pobres".

Chico de Oliveira, sociólogo, 75 anos, fundador do PT, do qual se desligou decepcionado com o governo Lula

PT ao vivo e a cores: de como se constrói a hegemonia às avessas

Ao ver e rever o programa do PT identifiquei nele com uma clareza exuberante o que havia nas entrelinhas da sua trajetória matreira.
Quando se fixa em programas assistenciais compensatórios e obras de vitrine, o governo do PT cumpre ao pé da letra a sua tarefa protelatória, consentânea com o projeto pós-ditadura militar elaborado sob inspiração do banqueiro David Rockfeller e seus parceiros da super-ONG “Diálogo Interamericano”.
O programa de televisão em nenhum momento tocou em temas represados, como a reforma agrária, o aviltamento salarial, a soberania nacional, especulação financeira, a precariedade da educação pública de base, a inexistência de uma política de saúde conseqüente e o agravamento da insegurança nas cidades. CLIQUE AQUI E LEIA COLUNA.  CLIQUE AQUI e leia entrevista  de Chico de Oliveira (FOTO).

 

''A aliança Lula-Brizola é a única soma que conheço cujo resultado é negativo''. Delfim Neto

Brizola jamais participaria desse governo Lula

Já que chegamos ao mais baixo nível da vida pública brasileira, cuja mola propulsora é a facilidade do sistema para transformar a classe política num zoológico de miquinhos amestrados, faz-se necessário o resgate histórico da figura de Leonel Brizola: nas atuais circunstâncias, se vivo fosse, o PDT jamais participaria desse conchavo escabroso reunido em todo do governo Lula. Clique aqui  e leia meu depoimento das últimas conversas com Leonel Brizola, nos seus últimos dias (fotos)

CPI das chantagens, eivada de leviandades para todos os gostos

Claro que, de cara, apoiaria uma devassa na já “privatizada” empresa de capital misto (em que o Estado só detém 38% de suas ações) e por extensão na política petrolífera entreguista iniciada por FHC em 1997 e seguida a risca,  pelo governo do Sr. Luiz Inácio e seus miquinhos amestrados.

Mas nesse caso, gastei boas horas da minha vida para concluir que o Senado não tem autoridade moral para investigar ninguém e essa iniciativa só vai servir para sujeitar o governo ainda mais a canalhas, corruptos e chantagistas, que já puseram as unhas de fora antes mesmo de começar o espetáculo. LEIA MAIS

 

 

Nem tudo é festa na luta pelo petróleo: enquanto Lula e Gabrielle riem, as fotos acima mostram o violência policial contra a manifestação contra o leilão dadas nossas jazidas

Clique na foto e veja um vídeo sobre a ocupação da Petrobrás em dezembro de 2008 contra a 10ª rodada de leilões das nossas jazidas petrolíferas.

Clique aqui e veja entrevista feita pelo Repórter Popular da "VOZ DO MORRO" denunciando a continuação dos leições entreguistas pelo governo do sr. Luiz Inácio.

Uma gripe "suína" com a cara da "aviária" para desentocar Tamiflu

Estou convencido de que este escândalo é mais uma montagem para favorecer a indústria farmacêutica. Matéria do GLOBO de domingo fala que a OMS está enviando 2,4 milhões de doses de Tamiflu para 72 países.

O mal que nos fez a quinta coluna sionista

O que aconteceu nessa pressão orquestrada contra a visita ao Brasil do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad (FOTO), foi uma demonstração de que certos líderes da colônia judaica não relutam em se posicionar como verdadeiros “quintas colunas” a serviço de Israel, sua verdadeira pátria, embora recebam de todos os brasileiros o mais fraternal dos

 tratamentos.

A prática de Israel se imiscuir nos nossos assuntos em relação ao Irã não começou com essa articulação que tornou desconfortável a visita do presidente do maior parceiro comercial do Brasil no Oriente Médio.

 

Veja mais  textos de

Pedro Porfírio

 acessando os blogs

 

 

 

PORFIRIO URGENTE

 

Caixa postal de Pedro Porfírio

Caixa postal  do Palanque Livre

 

Já temos a gripe, mas entre

mortos e feridos salvaram-se todos

Temporão abre o jogo: governo tem estoque de Tamiflu, o tal, para atender a 9 milhões de pessoas.

CLIQUE AQUI e saiba  tudo dessa gripe forjada para  desencalhar o Tamiflu em todo o mundo.

Um ministro de Estado na marcha da maconha

Com o desbunde dos anos 70, provocado pelas humilhantes derrotas dos grupos de esquerda, não foi difícil forjar outras formas de “pensar diferente”.
Nesse “meio ambiente”, a droga ganhou status de grande novidade na classe média e somou partidários entre muitos dos que desbundaram. Centenas e artistas, intelectuais e potenciais líderes juvenis fizeram-se maconheiros e cheiradores.

 

 

O assassinato

de Jango e a conspiração impune

Esta semana, o nome de João Goulart ocupou a mídia por duas notícias: o transcurso da data do seu nascimento, em 1 de março, há 90 anos, e a notícia da publicação de sua anistia.Poe isso,  considero oportuna a transcrição da coluna que publiquei aqui na TRIBUNA, em 14 de janeiro de 2008, a propósito de sua morte, um assassinato que até hoje vem sendo escamoteado, apesar das evidências levantadas pelo Instituto João Goulart.

A caminho do terceiro mandato, porque ele é o cara

 

Quando Leonel Brizola morreu, naquela tarde fria de junho de 2004, o príncipe operário teve uma certa sensação de alívio. O velho caudilho estava no seu pé e podia ser uma a alternativa contra seus planos continuístas.
Hoje, na antevéspera da sucessão e na plenitude dos seus 64 anos, Luiz Inácio bem que pode se postar diante do espelho, com a madame ao lado, e perguntar:
- Dizei espelho meu, haverá alguém para presidente que não seja eu?

 

Leia mais

Lula, um aluno bem aplicado do sistema

“O grande líder da esquerda brasileira costuma se esquecer, por exemplo, de que esteve recebendo lições de sindicalismo da Johns Hopkins University, nos Estados Unidos, ali por 1972, 1973, como vim a saber lá, um dia. Na universidade americana, até hoje, todos se lembram de um certo Lula com enorme carinho”.
Mário Garnero – “Jogo Sujo”, página 130.

 

O dia em que Sarney foi desnudado  com o histórico de sua

vida política desde 1955

 Em 2006, o jornalista Emílio Azevedo pôs a nu a história do carreirsta José Sarney. Nesse trabalho, publicado no combativo JORNAL PEQUENO, ele citou a frase do "coronel" Vitorino Freire:"O Sarney furta até cinzeiro de avião". Clique aqui e leia o artigo antológico.

 

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Clique na foto e veja o vídeo

 

Vírus  fabricado para vender vacinas

Num vídeo, que já postei no meu blog PORFÍRIO LIVRE o cientista Leonard Horowitz conta toda a trama, envolvendo uma rede norte-americana de engenheiros genéticos, que levou a níveis récordes, a partir das mortes no México, as ações do laboratório Novavax, de Mayland. Em seu relato, que você não pode deixar de ver, ele acusa esse laboratório de produzir o virus da gripe para depois vender a vacina. E o faz com detalhes chocantes.

 

 

Para que o leilão pague a quem de direito

Texto da minha coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 29 de agosto de 2008

Republico esta coluna  para lembrar   o cheiro mórbido da amarga frustração no processo de falência da Bloch, que atingiu a todos os ex-empregados tomados uma uma sensação de maracutáia pairando no ar.
Foi o que aconteceu com a absurda decisão da 3ª Câmara Cível, em face da interpretação de um desembargador que decidiu ao arrepio do Decreto-Lei 7661, publicado em 21 de junho de 1945, no crepúsculo da ditadura do Estado Novo, que prevaleceu por exatos 60 anos como a legislação de falências e concordatas.

 

 

Minhas

opiniões

em vídeo

Gilmar: a

pressão

implacável

contra  o  ju  Fausto

De Sanctis

A pressão contra o juiz Fausto De Sanctis, que encarou o ministro Gilmar Mendes e mandou prender o banqueiro Daniel Dantas. O corregedor da Justiça Federal notificou 134 juizes federais que deram apoio ao colega. Parece que o banqueiro é mais poderoso do que já demonstra. Leia no JORNAL DO PORFÍRIO

 

No leilão da Manchete,

governo passa os trabalhadores

 para atrás

Nove anos depois da falência da Bloch, o prédio da Manchete no Russel é arrematado, mas o governo fura a fila. Ganha decisão da Justiça do Rio e garante o seu antes dos créditos trabalhistas, como prevê a Lei 7661/45. Agora os trabalhadores não sabem quanto vai sobrar (se não aparecerem outros credores oficiais).

Leia mais

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de vídeos

Essa punição aos favelados acontece de forma tão requintada que conta com o amém dos herdeiros

 necessáriose legatários do brizolismo, bem como das marcas de passado esquerdista, como PT, PC do B e PSB.

Brizola como biombo para o nosso muro da vergonha

A ministra Carmen Lúcia é a relatora do recurso contra a indenização da Varig, caso semelhante ao da Transbrasil, que teve  votação favorável unânime no STF em 1997.

 

 O ministro Octavio Galllotti relatou a DECISÃO UNÂNIMEda 1ª Turna do STF que, em 1997, garantiu a indenização da Transbrasil. 

Parecer do MPF é contra indenização para a Varig

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia Antunes Rocha analisa parecer do Ministério Público Federal (MPF), enviado ao STF em maio de 2008, contra o pagamento, pela União, de indenização à Varig pelo congelamento do preço das passagens aéreas durante o governo Sarney.
O subprocurador-geral da República Paulo da Rocha Campos, que assina o parecer, classifica como "aberrantes" as decisões que concederam a indenização para a Varig. Segundo ele, essas decisões fazem "completa abstração da realidade social que embasou o congelamento de preços (na época)".

CLIQUE AQUI e veja O resumo da matéria elaborado pelo Gabinete da Ministra Carmn Lúcia

CLIQUE AQUI E Veja a pauta da sessão plenária do STF no dia 25 de março de 2009

 

CLIQUE AQUI e veja o cálculo da indenização devida em números atualizados para março de 2009

 

CLIQUE AQUI e veja todo o acompanhamento  do recurso da União contra a indenização á Varig  no  STF

 

Galeria

de vídeos

STF e hipocrisia 

Clique na foto e veja o vídeo

Estou tentando criar um jornal em vídeo, para complementar o nosso JORNAL ELETRÔNICO

 POR CORRESPONDÊNCIA.
Domingo, remeti a sua primeira edição. Para ver o vídeo, publicado no YOU TUBE, basta
clicar aqui.

Creio que, com a ajuda de quem sabe mais, poderei oferecer comentários regulares em vídeo de

tempo curto. A primeira repercussão foi excelente

 

 

O suicídio do Vaticano e o assassinato da própria fé

 

O medíocre e desconhecido dom José Cardoso sozinho não teria o mínimo de condições para praticar tantas exorbitâncias.

 

Sérgio Mylaert, escreve sobre a intolerância de um bispo e as atitudes do ministro Gilmar Mendes, do STF, contra os sem-terra.

A mumificação do pensamento

A mumificação do pensamento é portanto a forma sob a qual as instituições insinuam como recorrer ao uso da potência da fé, o fundamentalismo, que trouxe até os dias atuais os mistérios do credo e da ignorância.

Um verdadeiro libelo contra o arcebispo excomungador

Algumas pessoas ficaram tão indignadas com a atitude do arcebispo de Recife que escreveram diretamente a ele. É o caso da professora Leia Brito, cujo teo r você lerá em PORFÍRIO URGENTE

A menina, o bispo e nós

José R. Bessa Freire
 

Ela é apenas uma criança. De nove anos. Pesa 33 kg e mede 1,36 m. Vive em Alagoinha, a 230 km. de Recife. Lá, foi estuprada pelo padrasto.

Para não dizer

que não

falei do carnaval

O carnaval  carioca de hoje, cada vez mais industrializado,  é das estrelas que mostram suas virtudes na pista.

Apesar da ampla e diversificada repercussão da coluna sobre os maus presságios que rondam o PDT como um espectro agourento, é de todo impossível escrever sobre qualquer coisa que abstraia o grande acontecimento nacional: desde ontem, os bravos cidadãos brasileiros estão às voltas com a semana momesca, de onde nada há a declarar que venha a desprezar os encantos dessa catarse sazonal compensatória de transcendia explícita.CLIQUE AQUI E LEIA COLUNA DO PORFÍRIO

Clique aqui para ampliar a foto

O mapa do IPP mostra as verdadeiras intenções do muro erguido por Cabral e Eduardo Paes nas áreas pobres da Zona Sul, que registram os mais baixos índices de expansão

 

 

No jogo sujo das mesquinhas disputas pelos podres poderes nada é o que parece. A divulgação de uma notícia requentada, independente do pretexto, visa outros alvos, quase sempre camuflados.
Inserida com a sutileza própria das técnicas mais sofisticadas da ciência da hipocrisia, essa informação plantada não encontra óbices para corporificar-se, espargir-se e contaminar o inconsciente coletivo. Isto por conta do enraizado predomínio da mediocridade, lençol da caudal de corrupção, roubalheiras e desvios de conduta determinantes do comportamento de uma sociedade entre confusa e degenerada.

O silêncio das prebendas
Faço todo esse preâmbulo fatigante para acentuar o amálgama que liga as matérias

 

A sorte dos massacrados da Varig na hora da verdade

 

Se você estiver lá, poderá ajudar a sensibilizar os ministros do STF. Eu já comprei minha passagem e vou tirar o terno do armário.

Nesta quarta-feira, 25 de março de 2009, o povo brasileiro terá oportunidade de saber o que ainda pode esperar do seu Supremo Tribunal. Entra em pauta um processo que se arrasta há 17 anos pelos meandros de uma Justiça que ainda não descobriu como desbloquear protelações impostas principalmente pelos advogados do governo federal.
É o Recurso Extraordinário 571969, da lavra da Advocacia Geral da União, contra decisões, em todas as instâncias, que reconhecem a responsabilidade do Poder Público nos prejuízos causados à Varig em função do congelamento de tarifas decretado a partir do fracassado “Plano Cruzado”, com o qual o então presidente José Sarney ludibriou o eleitorado e obteve a vitória de todos os candidatos a governadores pelo PMDB, em 1986, com exceção de Sergipe.

Defasagem tarifária: a Transbrasil ganhou e levou

O parecer do Ministério Público Federal contra a indenização da Varig por conta da defasagem tarifária entre em choque frontal com a decisão do STF, proferida em 17 de junho de 1997, com base no parecer do relator, ministro Luiz Octavio Gallotti no processo iniciado em 1992 pela Transbrasil.Com base nessa decisão, a companhia aérea e a União fizeram acordo, pelo qual suas dívidas foram pagas com os créditos abertos pelo reconhecimento do prejuízo causado pelo congelamento das tarifas
 

Pena de Morte para Protógenes Pinheiro Queiroz

Esperava o que, esse insólito policial? Achava que ir ganhar uma medalha por mexer em caixa de maribondo? E logo com o que há de mais protuberante nesses podres poderes?
Quanta petulância. Vai querer o que? Cavoucar as mazelas de uma República inebriada pelo mel do poder lambuzado?

Com tanta imprudência, você queria o que? Como as mais altas proeminências dos nossos podres poderes estão querendo comer-lhe o fígado, não será surpresa se alguma dessas vestais sugerir o restabelecimento da pena de morte com o objetivo de permitir a execução de todos os policiais e juizes que ousarem mexer com os donos do Brasil. A começar por esse Protógenes. CLIQUE AQUI E LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA.
 

Excomunguem-me, pelo amor de Deus

Pra mim, chega! O mínimo que exijo é que esse príncipe caquético que conspurca a soleira por onde passou dom Hélder ou qualquer um dos seus colegas foguistas me distinga com o estigma da excomunhão, se é que o principado de cá já não o fez por conta da minha Lei que garante a laqueadura e a vasectomia nos hospitais municipais do Rio de Janeiro.
E mais, como resposta a esse arbítrio inquisitorial, de que não escapou nem

o padioleiro do hospital, conclamo a todos os brasileiros,

católicos ou não, ao exercício da auto-excomunhão. Aliás, isso não é difícil porque, a esta altura do campeonato, quem verdadeiramente acredita em Deus e ama Jesus sabe que os luxuosos templos religiosos do cristianismo são os últimos lugares onde se pode ter conforto espiritual e misericórdia. LEIA COLUNA NA TRIBUNA

 

 

Estuprada pelo padrasto e grávida aos 9 anos, a menina corria sério risco num parto de gêmeos. Com o apoio do Vaticano, o bispo da Recife chocou a humanidade, inclusive católicos, ao excomungar todos os que partiparam do aborto que salvou sua vida, sinalizando o caminho do inferno. Já o estuprador Jailson José da Silva(foto abaixo) está a salvo dos estigmas previstos no Código Canônico e poderá até ir para o céu quando morrer, desde que se confesse e comungue.


 

  Fantasma de Lula condiciona Lupi,

o ministro do PDT

 no governo do PT

Carlos Roberto Lupi, o ministro do Trabalho, parecia visivelmente constrangido, preocupado em não sair do script de um subordinado do Sr. Luiz Inácio, de quem coleciona reprimendas públicas e desgastantes. E acabou falando da questão do emprego, como se vivêssemos num mar de rosas e como se os progressos registrados num certo momento resultasse de seu empenho como ministro, o que não é exatamente a verdade.

requentadas e repisadas pelo jornal O GLOBO expondo o governo de Leonel Brizola à decisão da dupla Cabral/Eduardo Paes de levantar muralhas para cercar favelas da Zona Sul do Rio de Janeiro, sob pretextos preservativos, que oferecem a uma população amedrontada a falsa idéia de que algo estão fazendo para garantir-lhe a sensação de segurança e autoridade.

E se o submeti a tal prefácio tão presunçoso é porque me vejo no limiar da síncope intelectual. A farsa me parece tão visível e palpável que já não sei de que valem minhas palavras. A sensação é de um grande espetáculo em que as arquibancadas urram numa torcida sem causa e sem bandeira, indiferente à possibilidade do circo pegar fogo.
É mais patética ainda: até os bons, os de boa fé, enveredam pelos descaminhos da falsa controvérsia. E caem inocentes na mesma armadilha do conflito engendrado de escopo diversionista.
No caso das reportagens do GLOBO, reveladoras do arbitrário patrulhamento que os bolsões recalcitrantes da ditadura exerciam sobre um governador eleito, minha primeira leitura foi totalmente diferente.
Elas reproduzem apócrifos papeluchos oriundos daqueles supostos pós-idos, mostrando que os fanáticos da intolerância jamais engoliram Brizola, preocupação que não está documentada em relação ao metalúrgico que hoje cumpre com festejado desempenho o papel de O CARA do sistema, como a emenda que saiu melhor do que o soneto.

CLIQUE AQUI E LEIA A COLUNA NA ÍNTEGRA.

 

 

Os olhos azuis que aqui seduzem mais que nos outros mares

O COMPANHEIRO Lula não precisava

 fazer gênero diante

do premier da rainha para se queixar dos “brancos de olhos azuis” que exercem “práticas irracionais” e levam o mundo para o buraco.

Mas o nosso esperto príncipe operário é treinado e ensaiado em jogadas para a platéia. Conseguiu que o mundo inteiro perdesse um bom tempo na discussão de sua frase de efeito, comunicada com antecedência devida ao caro colega britânico, como manda o protocolo.
Sabe e se diverte como um símbolo da esperteza política que os estados patrimonialistas geram em pencas. Enquanto nós estamos aqui discutindo seu “desabafo”, ele próprio vai entregando o ouro aos nossos “brancos de olhos azuis”, aflitos com as cartas nas mangas que podem influir no desdobramento dessa crise, cuja marca maior, em todos os países do “mundo livre”, ocidental e cristão, é a nova privataria da injeção de dinheiro público nas veias azuis de um organismo apodrecido.
CLIQUE AQUI   E LEIA NA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO

Ah, se todosos lesados

 também esperneassem assim!

Não faz muito, na coluna do dia 6 de fevereiro, publiquei uma denúncia de Alexandre Verly, presidente da Associação Fluminense do Consumidor e Trabalhador, sobre As estripulias da Light à sombra dos podres poderes, na qual ele afirmava textualmente:
"As empresas arrancam o relógio e quando o consumidor vai à Light ou à Ampla tem que assinar uma confissão de dívida. Eles estipulam o valor da multa, sem nenhum parâmetro. Caso a pessoa não assine, eles cortam a luz".
Então, presenciei um ato dessa natureza nas minhas barbas e fiquei na expectativa do procedimento legal, que seria adotado pelo escritório do advogado Oswaldo Duarte, presidente da Associação Brasileira do Cidadão (ABRACI).
 LEIA A ÍNTEGRA DA COLUNA DE PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA

Ameaça a um HOMEM DE BEM que destronou uma oligarquia

O governador Jackson Lago, cujo "crime" foi destronar a oligarquia do "Zé do Sarney",  está  ameaçado de ter seu mandato cassado no TSE. O presidente do Senado quer sua cabeça e usa de todos os seus podres poderes..

Vinte e seis meses depois de empossado e na
 

plenitude da realização de um dos governos mais

férteis do Maranhão, Estado que passou décadas sob o controle de duas oligarquias, a do “coronel” Vitorino Freire e a do onipresente e todo poderoso José Sarney, o governador Jackson Lago poderá perder o mandato conquistado na mais emblemática e festejada eleição em toda a história do Nordeste brasileiro.

O Maranhão como propriedade familiar

Tribunais,  escolas, hospitais, ginásios esportivos, pontes, tudo no Maranhão é batizado com o nome da Oligarquia Sarney. Até o Tribunal de Contas do Estado deu à sua sede o nome da ex-governadora Roseana Sarney. Por ter ousado derrotar esse império bilionário, Jackson Lago corre o risco de ter o mandato cassado.

 

Por que a verdade dói e está fora de moda

A verdade é filha do tempo e não da autoridade”
Bertold Brecht, dramaturgo alemão (1898-1956)

Houve um tempo em que uma pitada de verdade não fazia mal a ninguém. Hoje faz. Do jeito que a banda toca você não pode ousar falar nem uma meia verdade. Nem um tiquinho, nada que possa ameaçar o circo da mentira que se instalou em nosso torrão.

Exagero na dose? Quisera. Aliás, como eu gostaria de estar errado. Mas infelizmente, na maioria das vezes, não estou. Principalmente porque vivo neste país tropical abandonado por Deus e hipócrita por natureza, que vileza

CLIQUE AQUI E LEIA  COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA ÍNTEGRA

 

Um PDT perdido no espaço, como  um asteróide

 sem luz própria

Um PDT perdido no tempo e no espaço, como um asteróide sem luz própria, em mergulho cego e constrangido pelas meias patacas que persegue sob o instinto de um olfato contaminado pelo odor dos podres poderes, em cujos arrabaldes instala-se como à espera de um melancólico desenlace.
Um partido cada dia mais distante de seu grande emblema, de costas para a rebeldia que inspirou oito décadas de combate. Um espelho fosco de uma opção desfibrada e sem horizonte. Um corpo anêmico, um cérebro miniaturizado, destituído dos ingredientes críticos e inspirações transformadoras, ao sabor do humor de uma corte ladina e de hábitos pérfidos.
Uma legenda de destino ínvio, cortado ao meio, tentando valer-se de arquivadas lembranças do passado para exibir um diferencial já detonado e atropelado pelas poucas prebendas que lambuzam os corifeus de uma ópera bufa, composta pela fina flor da mediocridade e do oportunismo.
Foi essa a imagem que apareceu na tela da televisão no programa político do Partido Democrático Trabalhista, onde por tantos anos um caudilho indômito – certo ou não – oferecia ao povo sua visão própria, muitas vezes solitária, mas sempre desassombrada, de um Brasil que prezava como nação soberana e de uma sociedade que desejava a mais justa possível.
CLIQUE AQUI E LEIA PORFÍRIO NA TRIBUNA.

Sabe ele, mais do que qualquer mortal deste Brasil assustado, que o governo Lula negocia amputações de direitos trabalhistas

 

 

A guerra sacramentada pelas urnas

A nova estrela do sionismo


Avigdor Liberman, que nasceu na Moldávia, na antiga União Soviética, chegou a Israel em 1978, quando tinha 19 anos. Foi militante e dirigente do partido Likud, que abandonou por entender que Benjamin Netanyahu, líder deste partido e primeiro-ministro de Israel, tinha feito demasiadas concessões à Autoridade Palestina. Em particular Liberman opôs-se a planos que previam a divisão da cidade de Hebrom, na Cisjordânia. Na primeira eleição que disputou em 1999, seu partido conquistou quatro lugares na Knesset (parlamento) de Israel. No decurso da legislatura, o partido juntou-se ao partido Ichud Haleumi (União Nacional). Nas eleições de 2003, concorreu integrado nessa lista.Nas eleições legislativas de 2006, o Yisrael Beitenu conquistou doze lugares na Knesset, sendo o quarto partido mais votado.

"Javé ferirá todos os povos que combateram contra Jerusalém: ele fará apodrecer sua carne, enquanto estão ainda de pé, os seus olhos apodrecerão em suas órbitas, e a sua língua apodrecerá em sua boca" (Zacarias, 14, 12-15)”.

Ainda sob o impacto da acachapante vitória dos belicistas em Israel, com a formal desmoralização do Partido Trabalhista criado por David Ben-Gurion, o governo de Jerusalém liberou a fronteira de Gaza por algumas horas para que pudessem passar 25 mil cravos cultivados pelos palestinos e exportados para a Holanda, onde serão vendidos pela passagem do “dia dos namorados”, que na Europa se comemora em 14 de fevereiro.
Essas flores são uma quantidade irrisória, em relação ao sacrificado cultivo dos agricultores de Gaza, mas é o limite estabelecido pelo governo israelense, atendendo a um pedido especial das autoridades holandesas.
O impiedoso bloqueio israelense, estabelecido desde julho de 2007, já levou milhares de agricultores de Gaza à falência e ao desespero. Independente dos bombardeios criminosos, que em 21 dias resultaram na morte de 1300 cidadãos e em outros 5.500 feridos, os sionistas têm exercido o mais perverso programa conjugado de extermínio de uma população condenada à morte.
De fato, o sofrimento imposto ao milhão e meio de seres humanos apinhados nos 380 Km2 da Faixa de Gaza vai muito além das vítimas das 2500 bombas – incluindo as de fósforo branco - despejadas quando nós, do Ocidente, festejávamos o nosso natal e o ano novo.
O resultado das eleições não deixa dúvidas: das 120 cadeiras, a ultra-direita fez 65 representantes. Somando-se a esses os 28 do Kadima, um partido saído do ventre do Likud por iniciativa do general Ariel Sharon, os 60% de israelenses que votaram (em sua maioria com mais de 30 anos) estão mandando 93 belicistas de carteirinha para o seu parlamento. LEIA MINHA COLUNA Das flores de Gaza ao triunfo dos belicistas de Israel

Sobre Gaza, sobre Israel, sobre nós

 

Na atual configuração sistêmica que, embora apresente alguns contornos multipolares no campo econômico, em termos de liderança política e estratégica, é claramente unipolar. Só há um país capaz de fazer Israel parar – os Estados Unidos da América. E por que não o fazem? John Mearsheimer e Stephen Walt, já em 2006, ofereciam uma resposta: o lobby israelense em Washington.Numa tentativa de compreender o porquê dos Estados Unidos comprometerem seus imperativos de interesse nacional no Oriente Médio pelo massivo apoio a Israel, mesmo quando esse deixa de ser um patrimônio estratégico com o fim da Guerra Fria, Mearsheimer e Walt acabam por revelar uma história de bastidores movida a bilhões de dólares de grupos lobistas israelenses e sustentada por uma poderosa indústria do holocausto.Leia em PORFÍRIO URGENTE artigo de Sílvia Ferabolli, Cláudio César Dutra de Souza publicado no LE MONDE DIPLOMATIQUE.

As estripulias da Light à sombra dos podres poderes

Lula cumpriu seu "acordo" com FHC e deu toda cobertura às

 

privatizações doações, como a da Light, hoje um tormento na vida dos fluminenses.

“As empresas arrancam o relógio e quando o consumidor vai à Light ou à Ampla tem que assinar uma confissão de dívida. Eles estipulam o valor da multa, sem nenhum parâmetro. Caso a pessoa não assine, eles cortam a luz”.
Alexandre Verly, presidente da Associação Fluminense do Consumidor e Trabalhador

A denúncia da Associação Fluminense do Consumidor e Trabalhador (Afcont) sobre práticas extorsivas da Light repõe na pauta a discussão sobre as privatizações criminosas promovidas no governo Fernando Henrique e sacramentadas pelo governo do senhor Luiz Inácio, cujo o partido, na senda da metamorfose de conveniência, enganou a meio mundo quando fazia tremular suas bandeiras vermelhas nos protestos contra os leilões-doações.
Durante todas as suas campanhas de olho nos podres poderes, Lula acenava com o questionamento das privatizações, providência que Leonel Brizola considerava questão de honra, mas que o próprio PDT esqueceu, ao ser cooptado pelo governo, que se tornou o fiel depositário do sistema de defesa do “status quo”,em troca de prebendas simbólicas.LEIA ÍNTEGRA DA COLUNA

As disputas que mobilizam os espertos da corte pelo controle dos podres poderes

 

 

 

 

 

Na presidência do Senado, Sarney ganhará asas para tentar reverter no tapetão a derrota da filha nas eleições do Maranhão

Nas rodas da corte, só se fala nas escolhas dos novos presidentes da Câmara Federal e do Senado. É um disse-me-disse de fazer inveja. Na disputa do Senado, em que pontifica logo o manjado Renan Calheiros, líder do PMDB depois de tudo que dele se soube, a decisão poderá estar nas mãos de um advogado, patrono de 16 senadores encrencados com a Justiça.Dá-se uma importância enorme a essas disputas, como se pesassem alguma coisa nos destinos de uma República pouco republicana e de uma democracia cravada pelo carma da hipocrisia ampla, geral e irrestrita.O povo nem se toca com essa briga típica de uma corte deslumbrada. Mas não é pra menos. O povo mesmo não se toca nem com as grandes decisões, tal o alcance profundo do vírus da alienação. Prefere ligar-se às futricas do “Big Brother”, para o qual contribuiu com 29 milhões de ligações só no primeiro “paredão”, o que proporcionou a arrecadação de R$ 8 milhões e 700 mil só na primeira das 17 eliminações programadas. Leia no blog A COLUNA NA ÍNTEGRA

Renan Calheiros,que renunciou à presidência do Senado para escapar à cassação do mandato diante de escândalos indefensáveis, volta com toda a força para comandar o PMDB.

Oriente médio na era Obama

Sob o signo da dúvida, sem perder a esperança jamais

Na campanha, Obama foi ao encontro dos líderes da comunidade judaica, que têm muito poder nos Estados Unidos.

 

"Os gastos militares dos Estados Unidos - líder do ranking, seguido de Grã-Bretanha, França, China e Japão - chegaram a US$ 528,7 bilhões em 2006, quantia equivalente a 46% do conjunto dos gastos militares no mundo”.
Relatório anual do Instituto Internacional para as Pesquisas sobre a Paz de Estocolmo (Sipri)

Dê no que der, a ascensão do negro havaiano Barack Hussein Obama à Casa Branca já documentou um câmbio profundo na cabeça do povo dos Estados Unidos da América. O que acontecerá a partir de hoje, após o feriado que reverencia o pastor negro Marthin Luther King, vai depender das circunstâncias que envolvem o mundo capitalista na mais aguda hora da verdade, cuja matriz é o outrora esfuziante e festejado sistema sediado em Wall Street.
Ao escolher o carismático senador que emergiu do “baixo clero” há menos de um lustro, o eleitor norte-americano renegou antigas canções, desprezou velhos mitos e ainda desconjurou exemplarmente a paróica administração de guerra alimentada pela indústria bélica que sempre teve nos Bush bem remunerados e fiéis escudeiros.

A paz do “fósforo branco” que desafia Barack Obama

Se já é difícil imaginar o que Barack Hussein Obama poderá fazer para concretizar suas promessas de mudança nos Estados Unidos, mais imprevisível ainda será avaliar sua capacidade de decidir em relação ao Oriente Médio, sob controle de um estado biônico programado para o genocídio a varejo e a expansão a ferro e a fogo. LEIA A COLUNA NA ÍNTEGRA

“Semana passada, vi as nuvens de fósforo branco sobre as quais os médicos escreveram e as quais condenaram. De um prédio alto na cidade de Gaza, a vista panorâmica mostrou uma linha de veneno que se espalhava, a leste. O químico queima profundamente, no osso, dizem os especialistas. É considerado um instrumento de guerra ilegal, que não pode ser usado em áreas civis. Ainda assim, os registros de seu uso crescem: uso pesado na região Khosar, leste de Khan Younis, e no noroeste de Gaza, e na parte leste de Jabalyia, Sheik Zayid, Sheik Rajleen, al-Zaitoun, em todos os lugares”.
Eva Bartlett,  jornalista canadense, vinculada à defesa dos direitos humanos.

A Human Rights Watch (HRW) denunciou a utilização do “fósforo branco” por parte do Exército israelense para criar cortinas de fumaça em Gaza.
Diversos tratados internacionais de guerra questionam a utilização do explosivo. A Convenção de Armas Químicas, de 1993, proíbe o uso desse tipo de aparato e define como substância química tóxica aquela que “por sua ação sobre os processos vitais, possa causar morte, incapacidade temporal ou lesões permanentes a seres humanos ou animais”. O Protocolo de Genebra, de 1925, condena “o emprego de gases asfixiantes, tóxicos ou similares”.
Por tudo o que vivemos até estes dias traumáticos, é-me de todo impossível acreditar que se consiga alguma coisa em termos de paz num contexto em que o Estado imposto está armado até os dentes, com a disposição de estabelecer seus tentáculos por todo o território que vai do Mediterrâneo ao Iraque, segundo sua “predestinação bíblica”.
Pelas funções de comandante-em-chefe de um potência forjada na dominação de outros países, Barack Obama tem limites muito visíveis no desempenho de seus projetos. Clique no título e leia íntegra de
A paz do “fósforo branco” que desafia Barack Obama


Leia também

A impunidade de Israel vista por Eduardo Galeano

 

A paz impossível num país imposto pela fraude e pela força

Centro de Gaza: bombardeio atinge prédio da ONU para refugiados e imprensa

Deus queira que eu esteja redondamente enganado, mas pelo que me foi dado a ver e a pressagiar nas profundezas infernais do Oriente perdido, ainda há muito sangue a jorrar naquela que chamam inadvertidamente de “terra santa”. Falar de paz por lá é tentar enxugar gelo, eis que são ínvios os macabros caminhos percorridos e a insensatez sentou praça como ingrediente de um destino apocalíptico que se vislumbra a olho nu de uma corrosiva metástase a prova de qualquer morfina.Perdoe-me as imagens funestas, mas para onde quer que deitemos o olhar só há morticínios à vista. Mais trágico do que contemplar a exibição de mortos em pencas numa das maiores concentrações humanas do planeta é imaginar a inevitável extensão da violência por toda uma região minada pela tétrica mescla de ódios milenares, crenças manipuladas e ambições desmedidas e destituídas de qualquer resquício de escrúpulo elementar.

Nem os depósitos com ajuda humanitária escapam à sanhas dos  bombardeios israelenses

Os dilemas da diáspora diante da ambiguidade de Israel

Antes da assimilação pelo Barão de Rothschild do projeto sionista concebido pelo jornalista austríaco Theodor Herzl, o quadro na Palestina era de paz entre árabes e judeus. Estes não somavam 30 mil almas no início do Século XX, contra 480 mil árabes.
A idéia defensiva do Lar Nacional Judáico foi manipulada pelo Barão de Rotschild, que bancou a infiltração na Palestina de judeus pobres e cheios de sonhos. Antes destes, já estava lá o carismático polonês David Ben-Gurion, que chegou em 1906 com idéias socialistas, e, mais tarde, fundou o Haganá, primeira das milícias terroristas que se dedicaram a ações contra o domínio inglês e de expulsão dos agricultores árabes.

Esses mapas mostram o avanço de Israel sobre território árabe palestino desde 1946 (clique na figura para ampliá-la)

A atávica divisão dos árabes na esteira do avanço sionista

No contexto dos acontecimentos que levaram ao massacre de Gaza não se pode deixar de lamentar as posições ambíguas dos países árabes em relação à Palestina e a instalação do Estado de Israel em condições diametralmente opostas ao discurso do “Lar Nacional Judaico” - e cumprindo um papel de “cabeça de ponte” dos interesses econômicos ocidentais na região onde jorra petróleo por todos os lados.
A grosso modo, não seria exagero afirmar que o povo palestino não conta, e quase nunca contou, com uma solidariedade efetiva dos governantes árabes, com raras exceções, assim mesmo pontuais e ocasionais.
 

O genocídio de Gaza e a natureza expansionista de Israel

“Por que os árabes deveriam querer paz? Nós nos apossamos do país deles. Claro, sei que Deus nos prometeu essa terra, mas o que isso tem a ver com eles? O nosso não é o Deus deles. Nós todos viemos originalmente de Israel, também é verdade. Mas isso foi há dois mil anos. O que eles têm a ver com isso?”


David Ben Gurion, judeu polonês, primeiro chefe de Estado de Israel (1886-1973), em declaração pouco antes de morrer, aos 87 anos.

 

Qualquer análise restrita aos acontecimentos recentes em Israel e vizinhos apontará conclusões superficiais e não chegará ao âmago de um problema que tende a se tornar ainda mais incontrolável.

As ações em Gaza não se dão apenas porque o premier Ehud Olmert ficou mal na fita depois das confissões do milionário norte-americano Morris Talansky de que o subornou durante anos, o que forçou a antecipação das eleições para 10 de fevereiro, com a possibilidade de vitória da oposição ultradireitista, encabeçada por Benjamin Netanyahu, do partido Likud.

Excomunhão

pedida por notificação 

judicial

 Esio Lopes, advogado do Rio de Janeiro, produziu uma peça nova no direito: requereu por notificação judicial sua inclusão na lista dos EXCOMUNGADOS por terem participado do aborto protagonizado por uma menina de 9 anos, vítima de estupro do padrasto, que, pelo critério do arcebispo de Olinda e do "Direito Canônico" está fora da pena máxima imposta pela Igreja Católica.
E
LEIA ÍNTEGRA DA NOTIFICAÇÃO JUDICIAL ASSINADA PELO ADVOGADO ESIO LOPES

 

Porque o natal é mais do que ir às compras  

Desde a adolescência, o natal sempre me causou um certo desconforto. Nasci e vivo no Brasil, o país que tem a maior população católica do mundo. E aprendi ao longo de tantas décadas vividas que religião é algo que não se discute. É sagrada e necessária a cada ser humano para quem nada seria mais trágico do que imaginar que tudo possa acabar no dia que der o último suspiro.

           O desconforto vem do confronto entre a sede de verdade e a imprudência em buscá-la onde ninguém quer questionar aquilo com que se habituaram a conviver desde os primeiros gemidos.CLIQUE NO TÍTULO  E LEIA MATÉRIA NO BLOG

 

       

Clique na foto e teste sua pontaria com sapatos

Os sapatos que deixaram Bush mal na fita

É o beijo de despedida, seu cachorro”, Muntader al-Zaidi, jornalista iraquiano, 28 anos, ao jogar seus sapatos em George Walker Bush, presidente dos Estados Unidos da América.
Confesso que um par de sapatos me subiu à cabeça. Ou melhor, me encheu o cérebro de provocantes inspirações. Nestes dias pré-natalinos, estou vendo nascer uma nova arma, que derruba, independente da pontaria do atirador.
Neste momento, não se fala em outra coisa. Com certeza, o sapato vai ser um dos presentes de natal preferidos. Só espero que não elevem seus preços assim, só porque eles estão nas bocas e nos corações e mentes do mundo inteiro.
Não sei nem por que as nossas criativas agências de propaganda não pegaram a deixa, lançando o sapato “multiuso” ou “flex”, aproveitando a cotação dessa palavra no certame da moda verbal.
Uma pesquisa do jornal O GLOBO revelou que uma sapatada o assunto mais importante para os leitores da edição de terça-feira, dia 16. Veja lá: teve 18,8% das indicações, contra 16,3% da notícia sobre o aumento da carga tributária e, pasmem, 12,5% do abominável roubo das doações aos desabrigados de Santa Catarina.
Como você imagina, estou encantado com o novo uso que o jornalista iraquiano Muntader al-Zaidi fez do seus sapatos, pelos quais um milionário saudita está disposto a pagar 10 milhões de dólares.

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No país do “me engana que eu gosto”

O que de excepcional teria feito o governo do sr. Luiz Inácio para chegar aos píncaros na bolsa da popularidade? Passei horas e horas tentando decifrar o verdadeiro enigma da pesquisa Datafolha que anuncia o sucesso sem precedentes do nosso presidente, brindado com 70% da aprovação popular, algo que nenhum antecessor sequer beirou desde a caricata “redemocratização”.
E cheguei a uma conclusão patética, meio na linha do raciocínio do João Ubaldo Ribeiro, que dedicou sua crônica de ontem à “popularidade do homem”: toda essa escalada vem do brilho de quem nada faz e é impulsionada pela imagem assustadora dos seus adversários.
É isso mesmo. O sistema bancou a desinformação do povo até obter o mais alto nível de despolitização, que se reflete na confirmação do congelamento crítico e da assimilação por exclusão.
Aos olhos do povo, inclusive agora da escolaridade razoável, Lula cresce na comparação. Ele seria melhor do que as velhas raposas que dominaram por décadas e, embora não faça nada diferente, antes pelo contrário, pelo menos é um dos “nossos”, alguém que também já comeu do pão que o diabo amassou.
Vírus da despolitização
Com sua linguagem desabrida, o ex-metalúrgico está mil vezes mais próximo do cidadão inseguro do que autoridades arrogantes, como o ministro Gilmar Mendes, cabeça de um judiciário claudicante, que detém poderes inquestionáveis e assume posturas tenebrosas na explicitação de uma interpretação capciosa do direito.

 

Para além do “balcão de negócios” na Justiça capixaba

Não pense que o sistema de vendas de decisões judiciais, liminares, sentenças, agravos – nepotismo direcionado para práticas indecentes e corrupção de magistrados é exclusivo do Tribunal de Justiça do Espírito Santo.
Nem mesmo os valentes desembargadores presos com os respectivos filhos – um juiz e outro advogado – são os únicos envolvidos no que o Ministério Público Federal denominou de “balcão de negócios do Judiciário”.
O que aconteceu em Vitória do Espírito Santo foi uma pequena vitória do esforço de alguns magistrados de bem para dar um chega prá lá no abuso de uma minoria audaciosa – mais temida – geralmente articulada em sociedades paralelas – que não tem o menor constrangimento em engrossar o lodo das liminares de encomenda e decisões esdrúxulas, todas ostensivamente mal inspiradas.
Lá, onde juiz já mandou matar juiz, onde a falcatrua acontece em temperatura aquecida, a descoberta do esquema encabeçado pelo próprio presidente do Tribunal de Justiça (FOTO) aconteceu por acaso, como desdobramento de outra operação, aquela com o emblemático nome de “Operação Titanic”, desencadeada no dia 7 de abril, que desarticulou um esquema instalado no cais do porto em Vila Velha, especializado na importação subfaturada de veículos de luxo.
. LEIA MATÉRIA NA ÍNTEGRA.;

Dos podres poderes no Estado como “falsidade organizada”

Que Congresso é esse que se imagina representativo da arco da sociedade? Hoje, me parece claro que cada parlamentar é a expressão do fundo do poço de uma nação que está perdendo a oportunidade de dar sustentabilidade ao regime democrático.
Se tomarmos a avaliação de cada mandato, em qualquer um dos poderes, não teremos dificuldades em perceber a olho nu que a teoria na prática é outra. Poucos serão os mandatos que se podem considerar expressões reais da confiança política dos eleitores. Quase todos tem uma história permeada por todo tipo de expediente nada “democrático”.

 

 

 

 

 

   

 

 

 

     

Mais um capítulo amargo na torpeza orquestrada

Toda a indenização, se for paga, será usada para pagar as dívidas acumuladas pela Tribuna da Imprensa, por causa das perseguições sofridas” Hélio Fernandes, entrevista ao ZERO HORA de Porto Alegre.

Sua Excelência o ministro Joaquim Benedito Barbosa Gomes ofereceu um péssimo exemplo aos seus 17 mil colegas do oneroso Poder Judiciário, com o despacho em que, no dia 11 de dezembro de 2008, se deu por suspeito no Recurso Extraordinário 487383, que chegou às suas mãos, por prevenção, no dia 4 de abril de 2006.
Tal Recurso estava CONCLUSO em seu poder desde o dia 4 de dezembro de 2006, um dia depois de receber parecer da Procuradoria Geral da República pelo NÃO CONHECIMENTO, por causa da sua intenção deliberadamente protelatória.
Desde o parecer, a matéria ficou na gaveta, apesar da evidência do seu propósito, exposta com clareza cristalina pela Procuradoria Geral da República: afinal, a TRIBUNA DA IMPRENSA pleiteou o reparo em 1979, há quase 30 anos, antes mesmo da bomba que explodiu suas oficinas em 26 de março de 1981, na escalada que culminaria com o atentado irresponsável do Riocentro, em 30 de abril do mesmo ano

Ministro do        Supremo                 por acaso

Assessor influente no primeiro

 governo do presidente Lula,

 Frei Betto indispôs-se com o

Palácio e resolveu publicar em

 livro uma espécie de diário,

que ganhou o nome de

 “Calendário do Poder”

 (Editora Rocco, 536 páginas)
Nela há revelações patéticas,

 como o acaso que fez de um

 procurador desconhecido

ministro da mais alta corte

judiciária do país, tudo

porque o governo queria

nomear um negro para lá,

 dentro do que chamam de

políticas afirmativas

 

 

Um encontro fortuito numa agência da Varig em Brasília com o Frei Betto foi tudo o que serviu para essa promoção. Independente da competência que possa ter, o que pesou mesmo foi sua condição de afro-descendente.
Frei Betto, o ministro Márcio Thomaz Bastos e o próprio presidente mostraram nesse episódio o que um governo pode fazer quando dispõe de poderes hipertrofiados.
Ao assumir o STF com 49 anos, sem que o mundo jurídico e a mídia soubesse de quem realmente se tratava, Joaquim Benedito Barbosa Gomes ganhou um cargo vitalício para exercer até completar 70anos.
Ao final de 5 anos no Supremo, continua sendo notado apenas pelo motivo que o levou àquela corte. Nenhum dos seus votos pode ser considerado referência para decisões futuras naquela ou em qualquer outra casa do Judiciário.
Veja as citações dele no relato do Frei Betto:
3 de fevereiro de 2003, segunda (Página 82).
“A coluna de Mônica Bergamo, na FOLHA DE SÃO PAULO, cita os nomes dos juristas Nilo Batista, Eros Grau e Joaquim Barbosa como prováveis indicados às próximas vagas no Supremo Tribunal Federal. E acrescenta: “O sonho do presidente Lula é nomear um negro para uma das vagas – o que favorece a candidatura de Barbosa, que tem também o apoio Frei Betto”.
Meu apoio decorre de um acaso. Pouco antes da virada do ano fui à agência da Varig, em Brasília, tratar de meu retorno a São Paulo após a posse presidencial. Perante enorme fila, agarrei a minha senha e instalei-me no primeiro banco vazio encontrado pela frente, ao lado de um cidadão negro que eu nunca vira.
- Você é o Frei Betto? – indagou-me.
Confirmei. Apresentou-se: Joaquim Barbosa, jurista, Procurador Regional da República, professor de Direito no Brasil e nos Estados Unidos. Trocamos idéias e, ao me despedir, levei dele o cartão e a boa impressão”.
6 de março de 2003, quinta-feira (Página 90).
Márcio Thomaz Bastos indagou se conheço um negro com perfil para ocupar vaga no STF. Lula pretende nomear um afro-descendente para a Suprema Corte do país. Lembrei-me de Joaquim Barbosa. O Ministro da Justiça ficou de convocá-lo a uma entrevista”.
8 de maio de 2003, quinta (Página 118).
Liguei para cumprimentar Joaquim Barbosa, recém-empossado ministro do Supremo Tribunal Federal, junto com Antônio Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto”

 
 

 

 

 

 


 

 

 

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